SOU UMA MIÚDA FIXE QUE ADORA O SEU QUERIDO GATINHO (NERO). NESTE BLOG TERÃO A OPORTUNIDADE DE VER TRABALHOS ELABORADOS POR MIM E RARO É QUANDO NÃO SÃO. QUANDO OS TEXTOS COMEÇAREM COM ASPAS QUER DIZER QUE FOI SÓ copy paste. BOM ESPERO QUE SE DIVIRTAM NESTA VIAGEM COM O DESTINO DE FICAREM A CONHECER O MEU BLOG. DIVIRTAM-SE E ESPERO QUE GOSTEM... BOA VIAGEM!!!
terça-feira, 3 de agosto de 2010
As minhas féria de verão de 2010
Primeiro fui quase todos os dias com a Andreia Viegas(amiga muito especial) às piscinas.
O que foi mesmo muito divertido;cool e giro.
Depois ela foi de férias para o Canadá.
E eu não tenho feito quase nada.
Mas este Sábado (dia 31 de Agosto de 2010), fui com a minha irmã, com o namorado dela e a minha sobrinha ao ZOOMARINE.
FOI MUITO FIXE.
E esta Quinta e esta Sexta voou a Fátima e ao ZOO.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Justin Bieber

Justin Drew Bieber é um jovem cantor que vive no Canadá.
Evangelho do dia 02-06-2010
Em seguida, enviaram-lhe alguns fariseus e partidários de Herodes, a fim de o apanharem em alguma palavra. Aproximando-se, disseram-lhe: «Mestre, sabemos que és sincero, que não te deixas influenciar por ninguém, porque não olhas à condição das pessoas mas ensinas o caminho de Deus, segundo a verdade. Diz-nos, pois: é lícito ou não pagar tributo a César? Devemos pagar ou não?» Jesus, conhecendo-lhes a hipocrisia, respondeu: «Porque me tentais? Trazei-me um denário para Eu ver.» Trouxeram-lho e Ele perguntou: «De quem é esta imagem e a inscrição?» Responderam: «De César.» Jesus disse: «Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.» E ficaram admirados com Ele.
quinta-feira, 25 de março de 2010
Poemas Inventados Por Mim
Estava eu no jardim
Quando vi um bando de pássaros a olhar p’ra mim.
Imaginei como seria ser um pardal,
Com o seu bico em forma de espiral.
Todos os dias a voar
Como é que eu me iria governar!!!
Para comer
À procura de minhocas terá de ser
Pois eles só gostam de as comer.
Para beber
A um lago teria de me remexer!
Para dormir
Um ninho tinha de construir…
Bom eu cá prefiro vê-los a voar
Do que o dia todo me andar a cansar.
TODOS OS DIAS FAÇO A MESMA ROTINA
Todos os dias faço a mesma rotina
Ao acordar abro a cortina.
Depois vou comer
Para a mente desenvolver.
A seguir à que ir vestir
Pois assim ao frio posso resistir.
Depois para a escola vou a caminhar
Com a minha amiga Tita a acompanhar.
Na escola à que aprender
Para no futuro trabalhar e receber.
Quando sair
Para casa à que ir.
Estudar e os trabalhos de casa fazer
Para boa nota eu ter.
A noite à que jantar
Para depois o cérebro repousar.
terça-feira, 23 de março de 2010
PÁSCOA
A Borboleta e a Chama
Uma borboleta multicor estava voando na escuridão da noite quando viu, ao longe, uma luz. Imediatamente voou naquela direção e ao se aproximar da chama pôs-se a rodeá-la, olhando-a maravilhada.
Como era bonita!
Não satisfeita em admirá-la, a borboleta resolveu fazer o mesmo que fazia com as flores perfumadas. Afastou-se e em seguida voou em direção à chama e passou rente a ela.
Viu-se subitamente caída, estonteada pela luz e muito surpresa por verificar que as pontas de suas asas estavam chamuscadas.
"Que aconteceu comigo?" - Pensou ela.
Mas não conseguiu entender. Era impossível crer que uma coisa tão bonita quanto a chama pudesse causar-lhe mal. E assim, depois de juntar um pouco de forças, sacudiu as asas e levantou vôo novamente.
Rodou em círculos e mais uma vez dirigiu-se para a chama, pretendendo pousar sobre ela. E imediatamente caiu, queimada, no óleo que alimentava a brilhante e pequenina chama.
- Maldita luz! - murmurou a borboleta agonizante - Pensei que ia encontrar em você a felicidade e em vez disso encontrei a morte. Arrependo-me desse tolo desejo, pois compreendi, tarde demais, para minha infelicidade, o quanto você é perigosa.
- Pobre borboleta! - respondeu a chama - Eu não sou o sol, como você tolamente pensou. Sou apenas uma luz. E aqueles que não conseguem aproximar-se de mim com cautela, são queimados.
Esta fábula é dedicada àqueles que, como a borboleta, são atraídos pelos prazeres mundanos, ignorando a verdade. Então, quando percebem o que perderam, já é tarde demais.
A lição da borbolet
"Um dia, uma pequena abertura apareceu num casulo; um homem sentou e observou a borboleta por várias horas, conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco. Então pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso. Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais. Então o homem decidiu ajudar a borboleta: ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho, era pequeno e tinha as asas amassadas. Na verdade, a borboleta passou o resto de sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar. O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia, era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo pelo qual Deus fazia com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de forma que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo. Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida. Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar. |
A LIBERTAÇÃO DA BORBOLETA
A doutora Elisabeth Kübler-Ross, psiquiatra de origem suíça, especializou-se em doentes terminais.
Assistindo centenas de crianças que estavam morrendo, ela nos diz que devemos aprender a ouvir.
Ouvir o que a criança expressa verbalmente. E mesmo aquilo que ela transmite pela linguagem não verbal.
Crianças terminais, conta ela, sabem quando vão morrer. E precisam de algum atendimento especial. Atendimento que só o amor incondicional pode dar.
Falando de sua experiência, narra que conheceu um menino que aos nove anos se encontrava à beira da morte.
Portador de câncer, desde os 3 anos de idade, Jeffy nem conseguia mais olhar para as agulhas de injeção.
Tudo era doloroso para ele. No hospital, esperava a morte. O médico sugeriu que se iniciasse uma nova quimioterapia.
Mas o menino pediu: "quero ir para casa, hoje."
Os pais optaram por lhe satisfazer a vontade.
Quando Jeffy chegou em casa, pediu ao pai que descesse da parede da garagem a sua bicicleta.
Durante muito tempo, seu sonho tinha sido andar de bicicleta. O pai a comprou, mas por causa da doença ele nunca pode andar.
A dificuldade era imensa, até mesmo para se manter em pé, então Jeffy pedalou a bicicleta com o amparo das rodinhas auxiliares.
Disse que iria dar uma volta no quarteirão e que ninguém o segurasse. Ele desejava fazer aquilo sozinho.
A médica que o acompanhava, a mãe e o pai ficaram ali, um segurando o outro.
A vontade era de segui-lo.
Ele era uma criança muito vulnerável. Poderia cair, se machucar, sangrar.
Ele se foi. Uma eternidade depois, ele voltou, o homem mais orgulhoso que se possa ter visto um dia.
Sorria de orelha a orelha. Parecia ter ganho a medalha de ouro nas olimpíadas.
Sereno, pediu ao pai que retirasse as rodinhas auxiliares e levasse a bicicleta para seu quarto. E quando seu irmão chegasse, era para ele subir para falar com ele.
Queria falar com o irmão a sós. Tudo aconteceu como ele pediu.
Ao descer, o irmão recusou-se a dizer aos pais o que haviam conversado.
Uma semana depois, Jeffy morreu. E, na semana seguinte, era o aniversário do irmão. Foi aí que o menino contou o que tinha acontecido naquele dia.
Jeffy dissera a ele que queria ter o prazer de lhe dar pessoalmente sua amada bicicleta.
Mas não podia esperar mais duas semanas, até o aniversário dele, porque então já teria morrido.
Por isso, a dava agora. Entretanto, havia uma condição: que ele nunca usasse aquelas rodinhas auxiliares, próprias para crianças bem pequenas.
Quando os pais souberam de tudo, sentiram muita tristeza. Uma tristeza sem medo, sem culpa, sem lamentar.
Eles tinham a agradável lembrança do filho dando a sua volta de bicicleta pelo quarteirão.
E mais do que isso: o sorriso feliz no rosto de Jeffy, que foi capaz de conseguir sua grande vitória em algo que a maioria encara como comum.
Dizemos que uma pessoa é como o casulo de uma borboleta. O casulo é o que ela vê no espelho. É apenas uma morada temporária do ser imortal.
Quando esse casulo fica muito danificado, o ser o abandona.
É como a borboleta que se liberta do casulo.
Deixar o ser amado partir sereno, só é possível aos corações que amam de forma incondicional e verdadeira.
Poema

Ao passarmos
pela rua,
alguem nos estende
a mao,
um velho a pedir
esmola
ou uma crianca
a pedir pao.
Sao os sem-abrigo
que vivem a mendigar
por uma pequena
esmola;
sao capazes ate
de chorar.
Fazem de quase tudo,
para poderem
sobreviver,
desde arrumar carros,
ate pensos vender.
Ninguem se importa
com eles,
todos os tentao
ignorar
estes seres
esquecidos
que nao tem o direito
de sonhar.